Psicoterapia infanto-juvenil - escolar
Hoje em dia nossas crianças, muitas agora já adolescentes, apresentam características diferentes das que nós mesmos, adultos, apresentamos em nossa época. A própria “ evolução” humana, as modificações nas formas de vida, culturais, tecnológicas, a globalização, o conforto, as mudanças sociais determinam parte dessa mudança. É certo que as necessidades se modificaram e as formas de relacionamento também. No meio de tudo isso está o amor familiar, a tentativa de sempre fazer o melhor para os filhos, a partir da visão dos cuidadores, no que acreditam que eles querem e precisam. A correria pela sobrevivência nos faz menos comunicativos, mais “automáticos”.
Avaliar os vínculos familiares atuais também nos dá uma certa compreensão para os comportamentos infanto-juvenis.
O resultado muitas vezes é uma criança rebelde, ou introspectiva, se reflete nos inter-relacionamentos juvenis.
Este trabalho de psicoterapia facilita o auto-conhecimento e faz com que o adolescente re-olhe para a situação familiar, para suas atitudes, para as reações dos outros, para suas companhias. A cura pela palavra realmente “cura”.
A possibilidade de ter, ao menos uma vez por semana uma pessoa especializada mas neutra, completamente disponível para ouvi-lo, com quem trocar dúvidas, idéias, desabafar sem preocupação com julgamento já o torna mais feliz. Dá a possibilidade de repensar atitudes, das mais simples e desde os mais tenros anos.
Aliado a isto, podendo rever suas escolhas, seus desejos, sua “humanidade”, o adolescente passa a ver os seus com mais amorosidade, a transformação no comportamento é visível. Principalmente na formação de um indivíduo muito mais responsável e feliz consigo mesmo, com menos medos, incertezas, mais capaz.
Estamos na era da comunicação e, por ironia, parece que temos cada vez mais dificuldade em nos comunicarmos, de ouvir e ser ouvido. De enxergar realmente o Outro.
Na maioria das vezes o atendimento deve ser estendido à família. Mas isso é uma decisão pessoal, familiar, independendo da continuidade no tratamento do adolescente.
Este modo de atendimento se dá em grupos, de 04 a 06, podendo ser executado nas dependências da Escola. Uma vez por semana por duas horas, durante no mínimo, dois meses.
A Escola pode apresentar a profissional através de uma palestra aos pais e alunos, para posteriormente ser feita a inscrição para os grupos terapêuticos.
Este formato não inviabiliza o atendimento individual, caso seja de interesse ou necessidade.
Para maiores informações, entre em contato.
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