INDIVIDUAL

A existência humana é como uma grande Escola. Cada encarnação funciona como se fosse uma sala de aula desta escola. Vamos comparar a um Grande Jardim de Infância, onde as salas podem ser nominadas por cores. Em cada sala aprendemos alguma coisa. Se não conseguimos aprender, continuamos tentando, ano a ano.
Por exemplo, figuradamente: Na sala azul estamos aprendendo a desenhar um sol. Quando aprendemos, vamos para a sala rosa e colocamos junto ao sol aprendido, a tentativa de aprender a desenhar uma flor, assim sucessivamente. Quando não conseguimos aprender, vamos acumulando "obrigações" para a próxima sala. Durante este aprendizado, nos é muito dolorido, difícil até, aprender e conseguir fazê-lo, agora com o maior prazer, repetidas vezes.
Digamos que estamos todos nós, vivendo nesta vida atual, percorrendo a sala verde. A sala verde é cheia de caminhos, trilhas, descobertas. Trazemos, da sala anterior, algumas correntinhas, com bolas na ponta. As correntes a gente vem arrastando, mas as bolas chegam até a porta da sala e páram. elas não conseguem ultrapassar o espaço da porta, atrapalhando a nossa caminhada na sala verde. A sensação é de que estamos indo muito bem, percorrendo os caminhos da sala verde, até que alguma coisa nos tranca. Sacudimos os braços, esperneamos...e nada. Não conseguimos ir adiante. Ou passamos o resto da vida na sala verde andando pelo cantinho, arrastando a bola pelo lado de fora até chegar na sala amarela (próxima vida) e lá tentamos de novo entrar com a bola arrastada; ou vamos olhar de frente para a corrente, descobrir o que ela está nos dizendo, acreditar no nosso potencial de amor e soltá-las, uma a uma, para poder seguir no caminho maravilhoso que é a descoberta do nosso próprio crescimento, na sala verde.
Para isso precisamos nos desapegar, principalmente das dores e tranqueiras que teimamos em carregar, vida após vida. Formadas de medo, insegurança, orgulho, raiva, mágoa, carência, poder, vitimização, tudo que não combina com o amor incondicional armazenado no meio do peito, e sim se acumula no meio da barriga, terrenamente arrastado pelas vidas.

Pois bem, basicamente esta é a nossa função nesta terapia. Colaborar com a busca de suas próprias ferramentas e ajudar a aprender a usá-las, para depois poder seguir adiante, por suas próprias pernas, com a satisfação do aprendizado.

Sessões semanais de uma hora cada, pelo tempo necessário, que normalmente não ultrapassa 18 meses, com sessões de regressão para os interessados, como coadjuvante no processo.
Os florais são também coadjuvantes da terapia, trabalhando os pensamentos e sentimentos.

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